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Carteira GuiaInvest

Uma seleção sofisticada dos melhores ativos de investimento disponíveis no Mercado para você preservar capital, controlar riscos e multiplicar o patrimônio mais importante da sua vida. A Carteira GuiaInvest é estrategicamente diversificada para você aproveitar qualquer humor do mercado com segurança e tranquilidade.

Você terá acesso aos melhores fundos de investimento, fundos imobiliários, ações, títulos públicos, commodities e moedas, como o Dólar. Não se preocupará mais em analisar gráficos, balanços e demonstrativos de resultado. Tudo estará pronto para você tomar uma única decisão: investir nos melhores ativos da bolsa de valores. Receba as análises sobre cada ativo escolhido para compor a Carteira GuiaInvest do especialista da casa, Marcelo Fayh, que explicará de forma detalhada as escolhas para

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Receba as análises sobre cada ativo escolhido para compor a Carteira GuiaInvest do especialista da casa, Marcelo Fayh, que explicará de forma detalhada as escolhas para você. Você procura uma solução definitiva, imediata e efetiva para os seus investimentos? A Carteira GuiaInvest contempla os desejos dos investidores conservadores, moderados e arrojados com seleções diferentes para cada estilo de pessoa.

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O Especialista

Marcelo Fayh é especialista em investimentos do GuiaInvest.

Em 2007 começou sua carreira no mercado financeiro como operador júnior na XP Investimentos até se tornar sócio do então maior escritório da rede, em Porto Alegre.

É um entusiasta do mundo dos investimentos e acredita que qualquer pessoa é capaz de melhorar sua qualidade vida através de escolhas inteligentes.

Ao longo de sua jornada se destacou como assessor de investimentos, palestrante e especialmente como professor da XP Educação. Ao todo, foram 8 anos atuando como empresário e agente autônomo de investimentos.

Também atuou por 5 anos como assessor de operações de M&A (Fusões e Aquisições) focado em middle market. Durante este período ministrou cursos livres sobre M&A e foi professor da cadeira de Fusões e Aquisições e Valuation no curso de Controladoria e Finanças da Sustentare em Joinville/SC.

O QUE VOCÊ VERÁ NO CANAL

O que está incluído no Canal Carteira GuiaInvest

COMECE AQUI : Para ter maior proveito dos conteúdos do Canal, recomendamos seguir os 5 Passos que estão descritos no item Comece Aqui do menu. Lá você será guiado aos Cursos e Atividades.

PUBLICAÇÕES: Tenha semanalmente uma publicação exclusiva com as últimas atualizações sobre tudo que influencia a Carteira GuiaInvest.

ONDE INVESTIR: Conservador, moderado ou arrojado: disponibilizamos a carteira ideal para cada tipo de perfil de investidor.

GRUPO: Compartilhe experiências e ideias com outros investidores que acompanham a Carteira GuiaInvest.

LIVES: Participe de encontros ao vivo para você tirar suas dúvidas diretamente com o especialista Marcelo Fayh.

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Aluguel Inteligente

Você sabia que receber aluguéis mensais de grandes empreendimentos do Brasil pode ser uma tarefa mais simples do que você imagina? E que, mesmo sendo muito mais fácil que comprar um imóvel, menos de 1% dos brasileiros adota essa tática para acúmulo de patrimônio?
O Canal Aluguel Inteligente é indicado para quem deseja obter uma renda extra imediata com menos riscos do que no mercado de ações. Construa uma carteira diversificada com os melhores ativos geradores de renda mensal. Os rendimentos dos Fundos Imobiliários podem ser até 3 vezes maiores do que os lucros de um imóvel. E você não precisa lidar com nenhum síndico, locatário, corretora de imóveis.

Você entenderá que os Fundos Imobiliários são muito mais do que apenas o valor da cota e aprenderá como identificar as melhores oportunidades disponíveis no mercado financeiro por meio das análises de Marcelo Fayh, especialista em fundos do GuiaInvest.

O Especialista

Marcelo Fayh

Marcelo Fayh é especialista em investimentos do GuiaInvest.
Em 2007 começou sua carreira no mercado financeiro como operador júnior na XP Investimentos até se tornar sócio do então maior escritório da rede, em Porto Alegre.

É um entusiasta do mundo dos investimentos e acredita que qualquer pessoa é capaz de melhorar sua qualidade vida através de escolhas inteligentes.

Ao longo de sua jornada se destacou como assessor de investimentos, palestrante e especialmente como professor da XP Educação. Ao todo, foram 8 anos atuando como empresário e agente autônomo de investimentos.

Também atuou por 5 anos como assessor de operações de M&A (Fusões e Aquisições) focado em middle market. Durante este período ministrou cursos livres sobre M&A e foi professor da cadeira de Fusões e Aquisições e Valuation no curso de Controladoria e Finanças da Sustentare em Joinville/SC.

Marcelo é formado em Administração de Empresas com Ênfase em Comércio Internacional pela PUCRS.

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Ações Para Vida

Se você deseja ser um investidor de sucesso, existem determinadas ações que precisam compor a sua carteira de investimentos. No Canal Ações Para Vida, você receberá toda a orientação para investir nas ações das melhores empresas da bolsa de valores. Construirá o patrimônio que garantirá sua tranquilidade financeira no futuro.

Chegou a hora de você construir riqueza adquirindo ativos de qualidade com excelentes resultados. O investimento em ações de grandes empresas é a melhor forma para o enriquecimento à longo prazo e viver com mais tranquilidade a sua vida.

Os conteúdos deste canal irão oferecer mais segurança para você investir no mercado de capitais com o apoio semanal de Eduardo Voglino, especialista em Value Investing do GuiaInvest, em transmissões ao vivo e relatórios exclusivos para a comunidade de membros. Além disso, você receberá uma carteira recomendada com as melhores ações.

O Especialista

Eduardo Voglino

Tem experiência de 10 anos no setor bancário em grandes instituições financeiras como Santander, Safra e Sicredi. Foi sócio fundador de um escritório de assessoria de investimentos com sedes na cidade de Porto Alegre e nos estados de Santa Catarina e Paraná. Através de suas palestras, Eduardo sempre buscou disseminar conteúdos relacionados à Bolsa de Valores, pois acredita que o investimento em ações, feito de maneira adequada, pode, efetivamente, mudar a vida de milhares de pessoas. Eduardo é Pós-graduado em Controladoria e Finanças.

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ONDE INVESTIR: Dentre do mais de 500 fundos do mercado, saiba quais são os melhores de cada categoria para você investir e começar a receber sua renda extra imediatamente.

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Plantão de Dúvidas: Deixe perguntas para o especialista Eduardo Voglino responder nos vídeos que são publicados semanalmente.

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Introdução a Fundos Imobiliários

O que são Fundos Imobiliários? 

Fundos de Investimento Imobiliários são fundos que investem em imóveis físicos, em construção ou não, e ativos do setor.

Esses fundos são constituídos por recursos de diversas pessoas que podem ser destinados à compra de imóveis para aluguel ou à construção de novos empreendimentos para futura venda.

O patrimônio dos fundos imobiliários e dividido em cotas, que são negociadas na bolsa de valores. Todos os cotistas de um fundo recebem sua renda, ou aluguel, mensalmente na conta da corretora, isenta de imposto de renda. 

Por que investir em fundos imobiliários? 

Ao investir em fundos imobiliários, você se beneficia do mercado imobiliário correndo menos riscos, desembolsando menores valores e estando isento do imposto de renda.

Além de receber os aluguéis, você também ganha com a valorização dos imóveis.

O que é o IFIX?

IFIX é o Índice dos Fundos Imobiliários, resultante de uma carteira teórica de fundos. É composto principalmente por fundos que investem em escritórios. Esse índice leva em consideração a liquidez dos fundos e seu valor de mercado e mostra se as cotas estão se valorizando ou desvalorizando ao longo do tempo.

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Fundos de Renda:

Investem em imóveis rurais ou urbanos, estejam eles em construção ou não. Exemplos de tipos de imóveis: 

  • Shoppings centers
  • Hospitais
  • Hotéis
  • Universidades

A rentabilidade desses fundos representa a renda gerada pela locação, arrendamento ou venda dos imóveis.

Fundos de Recebíveis: 

Composto por títulos relacionados ao setor imobiliário, como: 

  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). 

Fundos de Desenvolvimento Imobiliário: 

Investe em imóveis em construção e ganha com a venda desses imóveis. Esse tipo de FII apresenta maiores riscos, visto que imóvel ainda não existe.  Por conta disso, pode oferecer uma rentabilidade melhor. 

Fundos de Fundos (FOF): 

Investe em cotas de outros fundos de investimento. Conforme a CVM, esse tipo de fundo deve investir no mínimo 95% de seus recursos em cotas de uma mesma classe, como de fundos imobiliários, por exemplo. O restante deve ser destinado a títulos de renda fixa. FOFs são interessantes opções para pequenos investidores por possibilitar uma alta diversificação com valores mais baixos.

Vantagens de se investir em fundos imobiliários:

  • Alta diversificação;
  • Menos burocracia que no mercado físico;
  • Possibilidade de investir com aportes baixos;
  • Volatilidade do que os de investimentos em ações;
  • Não há IR sobre os rendimentos mensais;
  • Rentabilidade maior que a renda fixa; 
  • Fontes de ganho variadas;
  • Liquidez em relação ao mercado imobiliário físico.

Desvantagens de se investir em fundos imobiliários:

  • Liquidez em relação a outros tipos de fundos de investimento;
  • Incidência do IR na venda de cotas (caso haja lucro);
  • Riscos de execução dos empreendimentos em que os FIIs investem. 

Quais são os riscos dos fundos imobiliários? 

Renda mínima garantida: garantia de rendimento mínimo aos investidores durante o período considerado pra RMG, o fundo distribui aos cotistas mais do que seu resultado real. Ao acabar o período, pode haver queda na rentabilidade do fundo. Então, a renda mínima garantida é oferecida por outra instituição vinculada ao fundo. Há o risco de não pagamento da garantia.

Vacância: risco de o imóvel no qual o fundo investe não ser alugado. Nesse caso, os custos de manutenção são repassados aos cotistas e o fundo não terá rendimentos periódicos.

Risco do inquilino: mesmo havendo um contrato, há o risco de que o inquilino do imóvel no qual o fundo investe não cumpra com suas obrigações legais. Nesse caso, o fundo pode deixar de ganhar e ter que arcar com as manutenções.

Desvalorização do imóvel: assim como no caso de empreendimentos físicos, o fundos imobiliários podem correr o risco de alguns dos imóveis no qual investe se desvalorizar ao longo do tempo.

Imóveis em construção: há o risco de a construção não ser concluída. Além disso, durante a construção o fundo não tem rendimentos com esse ativo.

Mercado: questões de mercado como as forças de oferta e demanda se aplicam nesse tipo de investimento. Os preços aos quais os imóveis são negociados afetam diretamente a rentabilidade do investimento.

Tributação dos fundos imobiliários:

Os fundos imobiliários apresentam vantagens nesse quesito em relação a outros fundos de investimento, pois não há come-cotas ou cobrança de IOF. 

Imposto de Renda: Cobrado caso o investidor tenha lucro com a venda de suas cotas ou num resgate em caso de fechamento do fundo. A alíquota é de 20%.

Como declarar o fundo imobiliário no Imposto de Renda?

Você deverá declarar à Receita Federal os seguintes ítens:

  • Rendimentos com FIIs;
  • Amortizações recebidas;
  • Custo histórico de seus FIIs;
  • Lucros e prejuízos com a venda de cotas.

Caso você seja cotista de mais de um FII com o mesmo administrador, você deve somar os rendimentos e incluí-los juntos.

Quais são as taxas ao se investir em fundos imobiliários? 

Corretagem: Cobrada pelas corretoras no momento em que é realizada uma ordem de compra ou venda de cotas. 

Emolumentos: Cobrados pela bolsa de valores. São percentuais do valor de compra e venda de cotas.

Custódia: Cobrada por algumas corretoras para cobrir a manutenção da conta do investidor.

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Introdução às corretoras de valores

O que é uma corretora de valores?

É a empresa que intermedia as operações de compra e venda de títulos na bolsa de valores.

Como funciona uma corretora de valores?

Para funcionarem, as corretoras de valores necessitam da autorização do BACEN (Banco Central do Brasil) e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). 

Entre as funções que uma corretora de valores pode ter, estão: 

  • administração e custódia de títulos;
  • administração de carteiras, clubes ou fundos de investimentos;
  • orientação na tomada de decisão ao se investir;
  • consultoria financeira;
  • intermediação de compra e venda de ações e cotas de fundos na bolsa. 

Mesa de Operações

Aqui são recebidas ordens de compra e venda de ações por telefone ou e-mail e informadas ao sistema da bolsa de valores.

Home Broker

Sistema online para que o investidor faça suas próprias ordens sem que precise informar a mesa de operações.

É melhor investir com uma corretora ou um banco?

A forma de funcionamento das corretoras permite que sejam mais eficientes e ofereçam produtos melhores que os bancos, além de conseguirem exigir valores menores para a aplicação inicial.

Vantagens de se investir em corretoras:

  • Mais opções de aplicações;
  • Facilidade de se investir através do home broker;
  • Assessoria especializada;
  • Maiores rentabilidades.

Desvantagens de se investir em corretoras: 

Há a necessidade de serem feitas transferências de sua conta corrente no banco para a conta da corretora. 

Quais são os riscos das corretoras?

Caso sua corretora venha a falir, existe uma garantia do FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, que reembolsa até R$ 250 mil por CPF. Quando você deixa seu dinheiro parado na conta da corretora, é mais difícil de reavê-lo. Portanto, o recomendado é sempre deixá-lo aplicado.

Qual é o valor mínimo para investir?

Não há um valor mínimo para que você possa investir por meio de corretoras. 

Taxas cobradas pelas corretoras

  • Taxa de corretagem: É a taxa cobrada pela corretora para que sejam realizadas as operações de compra e venda. O valor varia de acordo com o mercado (fracionário ou futuro, por exemplo) e o tipo de operação (swing trade ou day trade).
  • Taxa Bovespa: Taxas cobradas pelos serviços da B3.
  • Taxa de Custódia: Taxa cobrada mensalmente a quem possui ações sob custódia. A cobrança é feita pelas corretoras mas o valor é repassado à B3. Quando não são isentas, custam no máximo R$ 10,00, variando conforme o título negociado e seu volume.
  • ISS (Imposto sobre Serviços): Imposto cobrado pelos municípios. O valor da taxa varia entre 2% e 5% do valor do serviço, mas normalmente as corretoras não repassam aos clientes. 
  • Emolumentos: Taxa cobrada pela B3 para remunerar seus serviços de gestão. Costuma ser um percentual muito baixo do valor investido e varia conforme o tipo de operação ( swing trade ou day trade) e o tipo de investidor.
  • Taxa de TED: Taxa paga ao banco para que seja feita a transferência de valores de sua conta corrente à conta da corretora. 

Qual é o impacto da corretagem nos investimentos?

No longo prazo, os custos de corretagem acabam tendo pouca representatividade no patrimônio total.

Como escolher a melhor corretora?

É importante que você alinhe seus objetivos a o que a corretora oferece. Você também deve levar em consideração aspectos como:

  • Variedade de produtos que atendam seu perfil;
  • Custo x benefício de acordo com os serviços que você necessita;
  • Preparo da equipe de atendimento;
  • Qualidade da plataforma de investimentos (o home broker);
  • Disponibilidade de simuladores de investimentos para que você tome suas decisões;
  • Conteúdo educacional que te ajude a aprender e se atualizar.

Como saber se uma corretora é confiável?

As corretoras devem ser autorizadas a funcionar pelo Banco central e fiscalizadas com certa frequência. Além de verificar isso no site do BACEN, você pode pesquisar o nome da Corretora no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Tesouro Direto.

Como trocar de corretora?

Normalmente, para que seja feita a troca de corretora, você deve preencher um formulário de sua corretora atual solicitando a transferência de custódia de seus títulos. Ao fazer isso, você já deve ter aberto uma nova conta em outra corretora. 

Onde Reclamo de uma corretora?

Você pode entrar em contato com a da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por seus canais de atendimento ou com a BSM Supervisão de Mercados, da B3, pelos espaços de denúncia.

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Introdução à Renda Fixa

O que é Renda Fixa?

É um tipo de investimento que te possibilita prever sua rentabilidade final, portanto os riscos são mais baixos. Essa previsão pode se dar em forma de um valor nominal, ou de acordo com a variação de um índice.

Como funciona a Renda Fixa?

Os investimentos em renda fixa são como empréstimos seus a um emissor. As instituições financeiras e o Governo emitem esses títulos para captar recursos e assim, financiar suas atividades. Ao final do prazo, seu e “empréstimo” é devolvido acrescido de juros ou correção monetária.

Renda Fixa ou Renda Variável?

A renda fixa oferece taxas de rendimento previsíveis, definidas no momento da compra. Sendo assim, é menos arriscada e deve representar a maior parte da carteira de investidores conservadores e com objetivos de curto prazo. Já na renda variável, você tem retornos mais instáveis. Por sofrerem oscilações, esses títulos são mais arriscados e portanto, apresentam rendimentos mais altos.

O que são títulos pré-fixados?

São títulos nos quais a taxa de rentabilidade é fixada no momento da compra. O risco desse tipo de aplicação é que seu dinheiro pode render menos que a inflação. Portanto, são boas opções para quando os juros da economia estão baixos.

O que são títulos pós-fixados?

São títulos que têm rentabilidade variando conforme algum índice. Esse índice pode ser a taxa SELIC (taxa básica de juros) ou o CDI, por exemplo. Sendo assim, você só sabe quanto o seu dinheiro rendeu no final do prazo de aplicação. O recomendado é fazer este tipo de investimento em momentos em que a taxa de juros apresenta tendência de crescimento, ou para formar sua reserva de emergência, de forma que sua aplicação acompanhe a economia do país

Onde acompanhar o comportamento do IPCA e da SELIC?

Existe um material chamado Relatório Focus, que é divulgado toda segunda-feira pelo site do Banco Central. Nele você pode verificar as expectativas do mercado em relação à inflação, à taxa de juros, à taxa de câmbio, ao PIB e a outros índices da economia brasileira.

Tesouro Direto

O que é o Tesouro Direto?

É um tipo de investimento e renda fixa no qual você compra títulos emitidos pelo governo. Os recursos arrecadados são usados para financiar o desenvolvimento de áreas como saúde, infraestrutura, educação e dívidas públicas. Dentro da categoria do tesouro direto, existem 3 tipos de títulos:

  • O Tesouro IPCA+, que é atrelado à inflação;
  • O Tesouro pré-fixado;
  • E o Tesouro Selic.

Como funciona o tesouro direto? 

Os títulos públicos são investimentos de renda fixa que têm rentabilidade definida no dia da aplicação. Comprando um título público, você empresta dinheiro ao governo, que lhe paga de volta com juros na data combinada.

Por que investir no Tesouro Direto?

Investindo no Tesouro Direto, você tem uma boa rentabilidade (se comparado à poupança) sem perder a segurança. Além disso você pode começar a partir de R$30,00. Aplicando em títulos públicos você pode se proteger contra a inflação, correndo um risco baixo por conta da previsibilidade dos retornos e da alta liquidez.

O que são debêntures?

São títulos de renda fixa emitidos por empresas para captar recursos. O dinheiro arrecadado costuma ser usado para pagar dívidas ou financiar projetos. Diferentemente dos outros títulos de renda fixa, as debêntures não possuem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), por não serem emitidas por instituições financeiras. A diferença entre debêntures e ações é que no caso das debêntures você prevê sua rentabilidade final, sendo elas pré ou pós-fixadas. Algumas debêntures são incentivadas, ou seja, apresentam vantagens fiscais por serem atreladas a setores estratégicos da economia.

O que é a poupança?

É o investimento mais conservador e popular do país, realizado por bancos. Apesar de ser muito segura, não é recomendada por apresentar rendimentos muito baixos em relação a outras aplicações que, além de seguras, apresentam retornos muito maiores.

O que é o CDB?

É um título emitido por bancos com uma rentabilidade normalmente atrelada ao CDI. O recurso arrecadado pelos bancos serve para melhorias em sua estrutura ou para empréstimos a outros clientes. Basicamente, você empresta seu dinheiro para o banco emprestar para outras pessoas, e depois devolver seu dinheiro com uma certa rentabilidade. CDBs de bancos menores costuma ter retornos maiores, por, de certa forma, envolverem

O que é um FDIC?

É um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, ou seja, um fundo com pelo menos 50% dos recursos aplicados em títulos de crédito. São dívidas convertidas em títulos e vendidas a terceiras por instituições financeiras.

O que é LC?

São as Letras de Câmbio, similares ao CDB. A diferença é que em vez de serem emitidas por bancos, são emitidas por financeiras. Existem as letras pré e pós-fixadas, e elas, por serem normalmente emitidas por instituições menores, apresentam bons rendimentos.

O que são as LCIs e LCAs?

São as Letras de Crédito Imobiliário e as Letras de Crédito do Agronegócio, emitidas por bancos e instituições que procuram recursos para financiar o setor imobiliário e agropecuário, respectivamente. A rentabilidade desses investimentos costuma ser próxima do CDI. Além de serem protegidas pelo FGC, possuem isenção do imposto de renda.

O que são CRIs e CRAs?

São os Certificados de Recebíveis Imobiliários e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio. São emitidos por companhias securitizadoras que captam recursos para financiar atividades do setor imobiliário e do agronegócio. Esses títulos são destinados a investidores que possam fazer grandes aportes, já que o investimento mínimo parte de aproximadamente R$100 mil e são isentos do imposto de renda.

Por que investir em Renda Fixa?

A renda fixa é acessível a todos os públicos e indicada principalmente para o investidor conservador, pois, apesar de uma possibilidade de retorno mais baixa, a rentabilidade é constante e o risco é baixo. O indicado é que este tipo de investimento esteja presente em todas as carteiras, como uma forma de diversificação e reserva. Outra vantagem é a proteção do FGC em alguns títulos de renda fixa.

Quais são as desvantagens de investir em Renda Fixa?

Alguns investimentos em renda fixa possuem um prazo de carência maior. Caso você solicite resgate antecipado, pode perder parte dos seus rendimentos. Além disso, algumas taxas como o imposto de renda e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em caso de resgate em menos de 30 dias incidem sobre muitos dos títulos

Investir em Renda Fixa, em bancos ou em corretoras?

A corretoras têm os melhores produtos com rentabilidades maiores se comparado aos bancos, além de menores taxas.

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Introdução à Bolsa de Valores

O que é a Bolsa de Valores?

É o local onde são negociadas ações e títulos como CDBs, LCIs e LCAs, CRIs e CRAs e debêntures. Sua função é garantir que as transações ocorram de forma segura e transparente. Apesar da B3, a principal bolsa brasileira, ser sediada em São Paulo, as operações são feitas através dos sistemas eletrônicas das corretoras, os home brokers. 

O que é o Novo Mercado?

É um segmento da bolsa no qual são incluídas empresas que adotam boas práticas empresariais e apresentam um bom nível de governança corporativa. Por isso, investir em empresas do Novo Mercado pode ser mais seguro para você. 

Veja abaixo os principais benefícios das empresas do Novo Mercado:

  • Tag Along:
    É como um garantia de recompra de ações caso a empresa saia da bolsa de valores. Para fazer parte do Novo Mercado, todas as ações da empresa devem ser ordinárias e terem Tag Along mínimo de 100% do valor pago pelo investidor nas ações. 
  • Free Float:
    É um indicador da circulação de ações de uma empresa. Quanto maior o free float, maior a liquidez das ações.
  • Compliance:
    Em uma empresa com compliance, funcionários, fornecedores e  sócios seguem normas dos órgão de regulamentação e normalmente há um alto nível de transparência e qualidade na gestão. Isso também reduz os riscos financeiro, patrimoniais e de mercado das empresas.

Mercado Primário:

Onde ocorre o IPO de uma empresa, ou sua oferta primária de ações. Nesse mercado, o investidor compra as ações diretamente da empresa. 

Mercado Secundário

Depois do IPO, os investidores negociam as ações entre si no mercado secundário.

O que é o Ibovespa?

É um índice que aponta o desempenho médio de uma lista das ações mais negociadas na B3. O Ibovespa é dado em pontos, que são ponderados de acordo com as empresas que o compõem. 

Para que uma empresa faça parte do Ibovespa, deve preencher os seguintes critérios: 

  • Participação mínima em 95% dos pregões;
  • Somente ações e units listadas na bolsa;
  • Não devem estar em recuperação judicial, intervenção ou com regime especial de administração temporária;
  • Não podem ser Penny Stocks (ações abaixo de R$ 1,00).

Custos e Taxas da Bolsa de Valores

Para quem fizer compra direta de ações, os custos são:

  • Taxa de corretagem: É cobrada pelas corretoras ao ser realizada uma ordem de compra ou venda e custa em média R$ 10,00.  
  • Taxa de custódia: Cobrada mensalmente de quem possui ações sob custódia. A cobrança é feita pelas corretoras mas o valor é repassado à B3. Quando não são isentas, custam no máximo R$ 10,00.
  • Emolumentos: Taxa cobrada pela B3 para remunerar seus serviços de gestão. Costuma ser um percentual muito baixo do valor investido.
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